Disciplinas

Metodologia do Trabalho Científico

Ementa: Trata dos modelos metodológicos de pesquisa qualitativa, quantitativa e mista. Trabalha no delineamento do projeto de pesquisa, observando a questão, construção de um objeto de pesquisa, relação entre teoria, método e objeto, a construção da hipótese, identificação e categorização das variáveis envolvidas. Discute os procedimentos de coleta de dados e instrumentos de pesquisa, bem como dos processos de escrita do trabalho científico, considerando as características, propriedades do texto científico e os aspectos éticos na pesquisa em educação. Aborda as normas técnicas para apresentação de trabalhos na educação nas suas diversas formas de abordagens.Leia Mais

Refer�ncias:

ANDRADE, M. M. Introdução a` metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1998. ASSOCIAC¸A~O BRASILEIRA DE NORMAS TE´CNICAS (ABNT). NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2011. BIANCHETTI, L., MACHADO, A. M. Bússola do Escrever. Desafios e Estratégias na Orientação e escrita de teses e dissertações. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2006. BORTONI-RICARDO, S. M. O Professor Pesquisador: Introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. CARVALHO, M. C. M. de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e técnicas. 21ª ed. Campinas: Papirus, 2010. CHAUI, M. O que e´ ideologia. 4ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1984. COSTA, M. V. Caminhos Investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1989. FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. 12ª ed. São Paulo: Cortez, 2018. GADAMER, H. G. Verdade e método: esboços de uma hermenêutica filosófica. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 2002. GATTI, B. A. A construção da Pesquisa em Educação. Brasília: Líber Livro; 2007. HESSEN, J. Teoria do conhecimento. São Paulo: Martins Fontes, 1999. KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2. Ed. São Paulo: Contexto, 2008. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 10ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. MARCUSCHI, L. A. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. RAMPAZZO, L. Metodologia Científica: Para Alunos dos Cursos de Graduação e Pós- Graduação. 8ª ed. São Paulo: Loyola, 2002. RANCIE`RE, J. Políticas da escrita. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995. SIGNORINI, I. (Org.) [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola, 2008.

Universidade: Formação, Ensino e Produção do conhecimento

Ementa: Aborda de forma multidisciplinar as interfaces entre Educação, Ciência e Sociedade, diante das mudanças vividas pelas instituições de ensino superior, relativas à internacionalização, globalização e interiorização da educação superior e os novos paradigmas de formação universitária na sociedade do conhecimento. Considera a relação, interação e transformação da universidade, da produção cultural, artística, científica e tecnológica que resulta de suas atividades, em articulação com movimentos científicos, sociais, econômicos e as políticas voltadas para a educação pública e do desenvolvimento global e local.Leia Mais

Refer�ncias:

DINIZ, E. Internacionalização dos periódicos nacionais. RAE, São Paulo, v. 51, n. 4, Editorial, p. 315, jul./ago. 2011. DOSSIÊ Revista Internacional de Educação Superior. v. 6 (2020): Publicação Contínua. v. 5 (2019). Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. DOSSIÊ Fronteiras da Universidade Contemporânea: interpelando políticas e práticas em contextos emergentes. EDUCAR em Revista Publicação Contínua.V. 35, N. 75 (2019). Disponível em: https://revistas.ufpr.br/educar/issue/view/2502/showToc DOSSIÊ Revista Internacional de Educação Superior. v. 6 (2020): Publicação Contínua. v. 6 (2020): Publicação Contínua. Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. FÁVERO, M. de L. de A. A Universidade no Brasil: das origens à Reforma Universitária de 1968. Disponivel em: Educar, Curitiba, n. 28, p. 17-36, 2006. Editora UFPR. FONSECA, J. Z. B. Universidade e produção de conhecimento na formação inicial: uma estratégia didática para o ensino da escrita acadêmica. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tla/v58n3/0103-1813-tla-58-03-1264.pdf GATTI, B. A.; BARRETO, E. S. de S. GONÇALVES, N. G. Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão: um princípio necessário. Rev. PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 33, n. 3, p. 1229 - 1256, set./dez. 2015. IMBERNON, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9.ed. São Paulo: Cortez, 2011. HERZ, M.; HOFFFMANN, A. R. Organizações Internacionais: história e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 2ª Impressão. HOBSBAWM, E. J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Trad. Marcos Santarrita; Rev. Técnica: Maria Célia Paoli. – São Paulo: Companhia das Letras, 1995. LEITE, D.; FERNANDES, C. B. (Org.). Qualidade da educação superior: avaliação e implicações para o futuro da universidade - Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012 - (Série Qualidade da Educação Superior; Vol. 6). Disponível em: http://www.ufrgs.br/inov/docs/qualidade-da-educacao-superior-aval-e-implic-p-o-futuro-da-univ NOBRE, E. Soberba acadêmica, um pecado capital. Ponto Crítico, 24 jun. 2016. Disponível em: https://pontocritico.org/24/06/2016/soberba-academica-um-pecado-capital/. Acesso em: 16 maio 2018. PAULA, M. de F. C.; LAMARCA, N. F. (Orgs.) Reformas e democratização da educação superior: no Brasil e na América Latina. Aparecida/SP: Ideias & Letras, 2011. SCHWARTZMAN, S. Ciência, universidade e ideologia: a política do conhecimento. Biblioteca Virtual de Ciências Humanas do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais – 2008.

Pesquisa em Educação

Ementa: Estuda e discute os fundamentos históricos e filosóficos da Educação e suas contribuições na formação do pensamento pedagógico brasileiro e suas repercussões nas práticas educativas e na profissão docente. Analisa as tendências educacionais contemporâneas considerando os aspectos históricos, filosóficos, políticos e econômicos da educação brasileira e problematiza as políticas públicas no que se refere aos aspectos sociais, culturais, políticos e econômicos da contemporaneidade.Leia Mais

Refer�ncias:

ALVES-MAZZOTTI, A. J. GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas Ciências Naturais e Sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999. ANDRÉ, M. E. D. A. de (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas, SP: Papirus, 2001. BOGDAN. R. C.; BIKLEN. S. K. Investigação qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos Métodos. Porto-Portugal: Porto Editora, 2006. BORTONI-RICARDO, S. M. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. ESTEBAN, M. T. Sujeitos singulares e tramas complexas – desafios cotidianos ao estudo e à pesquisa. In.: GARCIA, R. L. Método, Métodos e Contramétodo. São Paulo: Cortez, 2003. p. 125-146. FAZENDA, I. C. A. (Org.). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas: Papirus, 2009. FAZENDA, I. Dificuldades comuns entre os que pesquisam educação. In: FAZENDA, I. (org.) Metodologia da Pesquisa Educacional. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2010. p. 11-22. GAMBOA, S. S. Pesquisa em educação: métodos e epistemologias. Chapecó: Argos, 2007. GATTI, B. A. A construção da pesquisa em Educação. Brasília: Plano (Série pesquisa, v. 1). 2006. GHEDIN, E.; FRANCO, M. A. S. Questões de Método: na construção da Pesquisa em Educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2011. GATTI, B. A. Construção da Pesquisa em Educação no Brasil. Brasília: Líber Livro, 2008. MALHEIROS, B. T. Metodologia da pesquisa em educação. São Paulo: LTC, 2011. WELLER, W. PFAFF, N. (org.) Metodologia da Pesquisa Qualitativa em Educação: teoria e prática. Petrópolis: Vozes, 2010.

Seminários de Pesquisa

Ementa: Discute e orienta as pesquisas em “Educação, ciência e Sociedade” em desenvolvimento pelos participantes por meio da elaboração e apresentação de seminários.Leia Mais

Refer�ncias:

Propostas pelo docente de acordo com as pesquisas dos discentes matriculados.

Tópicos avançados em “Educação, Conhecimento e Sociedade”

Ementa: Leitura e discussão de textos referentes a temas específicos dentro da área de concentração do programa: Educação, Conhecimento e Sociedade.Leia Mais

Refer�ncias:

Propostas pelo docente de acordo com as pesquisas dos discentes matriculados.

Saber, formação e desenvolvimento humano: ciclos da vida

Ementa: Estuda a vida humana sob as dimensões: física, psicológica, social e espiritual. Aborda o processo de educação ao longo da vida, compreendendo a infância, juventude, vida adulta e envelhecimento. Discute os processos de aprendizagem em diferentes estágios da vida e o processo de construção do conhecimento em diferentes espaços de formação.Leia Mais

Refer�ncias:

ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos de Estado. Lisboa: Presença, 1974. BEE, H. O Ciclo Vital. Tradução de Regina Garcez. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. BOURDIEU, P. A escola conservadora: as desigualdades frente a` escola e a` cultura. In NOGUEIRA, M. A.; CATANI, A. Escritos de Educação. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil: formação pessoal e social. v. 2. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf. Acesso em: 28 abr. 2020. CANDAU, V. M.; SACAVINO, S. B. Educação: temas em debate. Rio de Janeiro: Ed. 7 Letras, 2015. FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. 6. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. HENRY, P. Sentido, sujeito, origem. In: ORLANDI, E. (Org.). Discurso fundador: a formação do país e a construção da identidade nacional. Campinas: Pontes, 1993. ORLANDI, E. Formação ou capacitação? duas formas de ligar sociedade e conhecimento. In: FERREIRA, E.; ORLANDI, E. (Orgs.). Discursos sobre a inclusão. Niterói: Intertextos. 2014. PENNA, F.; FRIGOTTO, G.; Queiroz, F. (Orgs.). Educação democrática: antídoto ao Escola sem Partido. Rio de Janeiro: LPP-EDUERJ, 2018. PE´REZ GO´MEZ, A. I. As funções sociais da escola: da reprodução a` reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In GIMENO SACRISTA´N, J.; PE´REZ GO´MEZ, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4 ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. RANCIE`RE, J. O desentendimento: política e filosofia. São Paulo: Editora 34, 1996. ROLNIK, S. Toxicômanos de identidade: subjetividade em tempo de globalização. In: LINS, D. (Org.). Cultura e subjetividade: saberes nômades. Campinas: Papirus, 1997. p.19-24. SCORSATO, T. B. O desejo de saber e suas vicissitudes: da escola a universidade: um enfoque psicanalítico. 2005, Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. SAVIANI, D.. Pedagogia histo´rico-cri´tica: primeiras aproximações. Campinas: Autores Associados, 2005. SAVIANI, D.. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2019. SILVA, T. T. da. O que produz e o que reproduz em educação: ensaios de sociologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. VYGOTSKY, l. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2003. WILLIG, M. H.; LENARDT, M. H.; CALDAS, C. P. A longevidade segundo histórias de vida de idosos longevos. Rev. Bras. Enferm. Brasília , v. 68, n. 4, p. 697-704, Ago. 2015 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672015000400697&lng=en&nrm=iso. Acesso em 07 Maio 2020. https://doi.org/10.1590/0034-7167.2015680418i.

Formação do sujeito, processos educacionais e práticas sociais

Ementa: Aborda a noção de sujeito para a educação, os processos de sua formação e diferentes experiências formativas na atualidade. Reflete sobre a ação educativa como um processo regular e presente em todas as formações sociais visando à formação dos sujeitos e a reprodução e transformação das atividades humanas. Aborda o desenvolvimento de competências socioemocionais. Reflete sobre as práticas educativas como necessárias à vida individual, social, coletiva e política, privilegiando a autonomia, a liberdade e a ética.Leia Mais

Refer�ncias:

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Terceira versão. Ministério da Educação: Brasil, 2017. BIESTA, G. Para além da aprendizagem: educação democrática para um futuro humano; trad. Rosaura Echenberg. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017. BRANCO, L. C. Inovar para (não) mudar: língua, organização internacional, educação. Entremeios: Revista de Estudos do Discurso, v. 16, p. 193-218, jan.-jun./2018. ISSN 2179-3514. Disponível em http://www.entremeios.inf.br. Acesso em: 28 abr. 2020. CANDAU, V. M.; SACAVINO, S. B. Educação. Temas em Debate. Rio de Janeiro: Ed. 7 Letras, 2015. COSTA, C. A.; LOUREIRO, C. F. A interdisciplinaridade em Paulo Freire: aproximações político-pedagógicas para a educação ambiental crítica. Revista Katálysis, Florianópolis, v. 20, nº 1, p. 111-121, mar. 2017. ISSN 1982-0259. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/45057/33821. Acesso em: 28 abr 2020. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013. MACEDO, E. Base nacional curricular comum: a falsa oposição entre conhecimento para fazer algo e conhecimento em si. Educação em Revista [revista eletrônica], Belo Horizonte, v. 32, nº 2, p. 45-68, jun. 2016. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982016000200045&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 28 abr. 2020. NOGUEIRA, L. e DIAS, J. P. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Sentidos em disputa na lógica das competências. In: Revista Investigações, vol. 31, N. 2, Dezembro, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/INV/article/view/238170 ORLANDI, E. A questão do assujeitamento: um caso de determinação histórica. ComCiência Revista Eletrônica de Jornalismo Científico. SBPC/Labjor, 10 de julho de 2007. Disponível em: http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=26&id=296. Acesso em: abr. 2020. ORLANDI, E. Formação ou Capacitação? Duas formas de ligar sociedade e conhecimento. In: FERREIRA, E.; ORLANDI, E. (Orgs.). Discursos sobre a inclusão. Niterói: Ed. Intertextos. 2014. PAYER, M. O.; CELADA, M. T.; (orgs.) Subjetivação e Processos de Identificação: sujeitos e línguas em práticas discursivas – inflexões no Ensino. Coleção Linguagem e Sociedade. Campinas: Pontes, 2016. PENNA, F.; FRIGOTTO, G.; Queiroz, F. (Orgs.). Educação democrática: Antídoto ao Escola sem partido. Rio de Janeiro: LPP-EDUERJ, 2018. PFEIFFER, C. C. Políticas Públicas de Ensino. In: ORLANDI, E. (Org.). Discurso e políticas públicas urbanas: a fabricação do consenso. Campinas: Editora RG, 2010. p. 85-100. GIMENO SACRISTÁN, J. O currículo: uma reflexão sobre a prática, Tradução: Ernani da F. Rosa. 3. ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. SAVIANI, D. Escola e democracia [livro eletrônico]. Campinas, SP: Autores Associados, 2018. SAVIANI, D. História das Ideias Pedagógicas no Brasil [livro eletrônico]. Campinas, SP: Autores Associados, 2019. SILVA, L. H. (Org.). A escola cidadã no contexto da globalização. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. SILVA, T. T. da. Currículo, conhecimento e democracia. Cadernos de Pesquisa, nº 73, p. 59-66, 1990. SILVA, T. T. da. O que produz e o que reproduz em educação: ensaios de sociologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. VIÑAO-FRAGO, A. Culturas escolares y reformas (sobre la naturaleza histórica de los sistemas e instituciones educativas). Teias, Rio de Janeiro: UERJ-FE, ano 1, nº 2, p. 116-134, jul./dez. 2000.

Escola, universidade e trabalho: diferentes espaços de formação

Ementa: Estuda a produção do conhecimento e sua veiculação em espaços formais e não formais de educação, considerando a estrutura, história e funcionamento da educação brasileira e seu processo de reconfiguração na contemporaneidade. Tem como foco uma abordagem sistêmica, (inter) transdisciplinar do processo de formação, ensino, aprendizagem, pesquisa e extensão. Considera a interface entre a educação, a sociedade e o mundo do trabalho no contexto sócio-histórico de globalização e de mudanças organizacionais contínuas, tratando a formação permanente e continuada em seus diversos níveis e espaços educativos.Leia Mais

Refer�ncias:

ALTHUSSER, L. Ideologia e Aparelhos Ideológicos de Estado (notas para uma investigação). In: Zizek, S. (org.) Um mapa da Ideologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. AMARAL, M. V. B. Discurso e relações de trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005. BECK, M. e TEIXEIRA, K. da C. Do Mesmo e do Diferente: das corporações de ofício às universidades corporativas. In: Revista Entremeios, v. 20 - especial, 2019. Disponível em: http://www.entremeios.inf.br/published/823.pdf BOURDIEU, P.; PASSERON, J. C. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975. CAVALLARI, J. S. Deslocamentos Subjetivos diante do impossível de educar. In: Revista da Anpoll (online), vol. 1, p. 92-101, 2015. COUTINHO, A. R. Educação e Trabalho: uma questão de direitos humanos. In: Silveira, R. M. G., et al. (orgs.). Educação em Direitos Humanos: Fundamentos Teórico Metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007. p. 373-396. KUENZER, A. Z. Trabalho e Escola: a flexibilização do ensino médio no contexto do regime de acumulação flexível. In: Educação e Sociedade, Campinas, v. 38, n. 139, p. 331-354, Junho, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101- 73302017000200331&lng=en&nrm=iso LAVAL, C. A Escola Não é Uma Empresa. São Paulo: Boitempo, 2019. NOGUEIRA, L. Discurso, Sujeito e Relações de Trabalho na Contemporaneidade. Campinas: Pontes, 2017. ORLANDI, E. Formação ou Capacitação? Duas formas de ligar sociedade e conhecimento. In: FERREIRA, E.; ORLANDI, E. (orgs.) Discursos sobre a inclusão. Niterói: Ed. Intertextos. 2014. PAYER, M. O. Educação Popular e Linguagem: reprodução, confrontos e deslocamentos de sentidos. Campinas: Editora da Unicamp, 1993. PÊCHEUX, M. As ciências humanas e o momento atual. In: Orlandi, E. P. Análise de Discurso. Textos selecionados por Eni Puccinelli Orlandi. Campinas: Pontes, 2011. p. 175-202. ROBERTSON, S. L. “Reconstruir o Mundo”: Neoliberalismo, a Transformação da Educação e da profissão (do) professor. In: Revista Lusófona de Educação, Lisboa, n. 9, 2007. Disponível em: http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-72502007000100002&lng=pt&nrm=iso SOUZA-E-SILVA, M. e FAÏTA, D. Linguagem e trabalho: construção de objetos de análise no Brasil e na França. São Paulo: Cortez, 2002.

Bioética e educação

Ementa: Discute a definição de ética e moral. Apresenta os princípios da Bioética, a fim de investigar dilemas éticos nas práticas na área da educação. Discute a inserção da Bioética na educação escolar. Aborda a discussão ética relacionada ao desenvolvimento tecnológico e da inovação. Propõe a reflexão sobre a interface entre educação, tecnologia e ética.Leia Mais

Refer�ncias:

FEITOSA, S. F.; NASCIMENTO,W. F. A bioética de intervenção no contexto do pensamento latino-americano contemporâneo. Rev. bioét. (Impr.) v. 23,n2, p.277-284, 2015. GARRAFA, V.; CUNHA, T.R.; MANCHOLA-CASTILLO, C. Ensino da ética global: uma proposta teórica a partir da Bioética de Intervenção. Interface (Botucatu), v. 24, p 1- 15, 2020. GARRAFA, V.; MARTORELL, L. B.; NASCIMENTO, W.F. Críticas ao principialismo em bioética: perspectivas desde o norte e desde o sul. Saude Soc., v.25, e.2, 442-451. NASCIMENTO, W. F.; GARRAFA, V. Por uma vida não colonizada: diálogo entre bioética de intervenção e colonialidade. Saúde Soc., v.20, n.2, p.287-299, 2011. OLIVEIRA, R.J. A Bioética na Educação Escolar: uma discussão importante. Educação Unisinos, v.17. n.1, PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE, C.P. Problemas atuais de Bioética. 10ª ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2012. PESSINI, L.; BERTACHINI, L.; BARCHIFONTAINE, C. P. et al. (Orgs.) Bioética em tempos de globalização: a caminho da exclusão e da indiferença ou da solidariedade?. São Paulo: Loyola, 2015. PESSINI, L.; BERTACHINI, L.; BARCHIFONTAINE, C. P. (Orgs.) Bioética, cuidado e humanização: das origens à contemporaneidade. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2014. PESSINI, L.; SIQUEIRA, J. E.; HOSSNE, W. S. (Orgs.) Bioética em tempo de incertezas. São Paulo: Centro Universitário São Camilo/Loyola, 2010. PORTO, D.; SCHLEMPER Jr, B.R.; MARTINS, G.Z. et al. (Orgs.) Bioética: saúde, pesquisa, educação. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 2014. 338p. POTTER, V. R. Bioética: Ponte para o futuro. São Paulo: Loyola, 2016. RENK, V. E. Educação e Bioética: olhares plurais. 1. ed. Curitiba: CRV, 2020. RENK, V.E.; RAULI, P. M. F.R. Bioética e Educação. Curitiba: Editora CRV, 2016. SGANZERLA, A.; SCHRAMM, F.R.; ZANELLA, D.C. et al. (Orgs.) Fundamentos da bioética. Curitiba: CRV, 2016.

A Linguagem no processo de Ensino/Aprendizagem

Ementa: Considerando que a linguagem tem a sua própria ordem e é mediadora (enquanto trabalho simbólico, isto é, enquanto relação constitutiva e transformadora) do homem face à realidade, seja natural, seja social, esta disciplina aborda seu papel nos processos de ensino e aprendizagem. Reflete sobre a linguagem como base dos processos históricos de produção e distribuição do conhecimento nos quais estão implicados a Educação.Leia Mais

Refer�ncias:

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1981 CRUZ, J. M. O. Processo de ensino-aprendizagem na sociedade da informação. Educ. Soc., Campinas, v. 29, n. 105, p. 1023-1042, Dec. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101- 73302008000400005&lng=en&nrm=is. Acesso em 11 Jan 2020. https://doi.org/10.1590/S0101-73302008000400005. FÁVERO, L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Editora Ática, 1991. FIORIN, J. L. O ensino de português nos níveis fundamental e médio: problemas e desafios. In: SCHOLZE, Lia; RÖSING, Tania (Orgs.). Teorias e Práticas de Letramento. INEP/UPF, 2007. GADET, F.; PÊCHEUX, M. [1981]. A língua inatingível: o discurso na história da linguística. 2. ed. Trad. Bethania Mariani e Maria Elizabeth Chaves de Mello. Campinas: Editora RG, 2010. KLEIMAN, A. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial. 2008. MARIANI, B. Da colonização linguística portuguesa à economia neoliberal: nações plurilíngues. Gragoatá, Niterói (RJ), nº 24, p. 71-88, 1º sem. 2008. NEVES, M. H. de M. Que gramática estudar na escola? 3. ed., 2ªreimpressão. São Paulo: Contexto, 2009. ORLANDI, E. Discurso e texto: formação e circulação dos sentidos. Campinas, SP: Pontes, 2001. PAGOTTO, E. G. Variedade do português no mundo e no Brasil. Revista Ciência e Cultura: Línguas do Brasil/Artigos, São Paulo: Scielo, vol. 57, nº 2, abr./jun. 2005, p. 31-34. PAYER, O. Entre a língua nacional e a língua materna. In: FERREIRA, M. C. L.; INDURSKY, F. (Orgs.) Análise do discurso no Brasil: mapeando conceitos, confrontando limites. São Carlos: Claraluz, 2007. p. 337-346. POSSENTI, S. Gramática e Política. In: GERALDI, J.W. O texto na sala de aula. Cascavel (PR): Editora Ática, 2004. SILVA, M. V. da. História da alfabetização no Brasil: a constituição de sentidos e do sujeito da escolarização. Tese de Doutorado em Linguística, Instituto de Estudos da Linguagem, UNICAMP, Campinas, SP: [s.n.], 1998. SOARES, M. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1986. ZOPPI-FONTANA, M. (Org.). O português do Brasil como língua transnacional. Campinas: RG Editora, 2009.

Tecnologias, redes e mídias digitais na Educação

Ementa: Tendo em consideração a crescente disponibilidade e necessidade da utilização de tecnologias e mídias digitais à educação e os novos conceitos de aprendizagem daí decorrentes, busca compreender as novas práticas pedagógicas e curriculares e seus impactos na formação social. Compreende as tecnologias digitais além da concepção de ferramenta, mas em sua relação constitutiva com as formas de ensino, aprendizagem e produção de conhecimento. Reflete ainda sobre os espaços híbridos de conexões que atualizam as práticas educativas em uma cultura digital.Leia Mais

Refer�ncias:

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Diferentes espaços e formas de ensino e aprendizagem

Ementa: Investiga sobre a constituição de novos territórios em educação e formação humana e profissional, nos diversos níveis e formatos, considerando espaços educativos formais e não formais e suas especificidades. Contempla a relação entre educação, mundo do trabalho e sociedade na construção de novos conceitos de educação no âmbito da formação inicial e continuada e da qualificação profissional, considerando suas dimensões sociais e políticas e sua finalidade de promover a inserção e reinserção de jovens e trabalhadores no mundo produtivo e social. Acolhe estudos sobre cursos qualificação profissional integrados aos itinerários formativos do sistema educacional, como, por exemplo, os Serviços Nacionais de Aprendizagem (SNAs), cursos livres e de aperfeiçoamento, consultorias, projetos sociais e organizações não governamentais, educação em museus e centros de ciência, além de abordar a pedagogia social e empresarial, pedagogia hospitalar, educação de jovens e adultos, educação do campo, educação para o empreendedorismo, educação financeira, tecnológica e de lideranças etc.Leia Mais

Refer�ncias:

BACICH, L.; TANZI NETO, A. e TREVISANI, F. de M. Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015. BARBOSA, E.& MOURA, D. Metodologias ativas de aprendizagem na educação profissional e tecnológica. Boletim Técnico do Senac, Rio de Janeiro, v. 39, n.2, p.48-67, maio/ago. 2013. Disponível em www.senac.br/media/42471/os_boletim_web_4.pdf HORN, M. B. e STAKER, H. Blended: usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação. Porto Alegre: Penso, 2015. ______. Designing a Blended Learning Program (Projetando um Programa de Blended Learning). Disponível em http://thejournal.com/Articles/2015/01/28/Designing-a-Blended-LearningProgram.aspx?Page=2 JACOBUCCI, D. F. C. Contribuições dos espaços não-formais de educação para a formação da cultura científica. Em Extensão, v.7, n.1, Uberlândia (MG), 2008, p. 55-66. LOPES, E. M. T.; PEREIRA, M. R. (Org.) Conhecimento e inclusão social: 40 anos de pesquisa em educação. Editora UFMG: Belo Horizonte/MG, 2011. LUCÍOLA (orgs.). Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente: educação ambiental, educação em ciências, educação em espaços não-escolares, educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. p. 389-401. MARINA, A. J.; PIMENTA, S. G. Didática: teoria e pesquisa. 1. Ed. Araraquara/SP: Junqueira & Martins, 2015. MASSON, T. et al. Metodologia de ensino: aprendizagem baseada em projetos (PBL). Disponível em: http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2012/artigos/104325.pdf MORAN, J. M. Mudando a educação com metodologias ativas. In Convergências Midiáticas, Educação e Cidadania: aproximações jovens. Coleção Mídias Contemporâneas. 2015. Disponível em: http://www2.eca.usp.br/moran/wpcontent/uploads/2013/12/mudando_moran.pdf PENA, N. (Org.) Avaliação e gestão da qualidade da educação superior. 1. Ed. Curitiba: CRV, 2019. RIBEIRO, P; ZENTI, L. O impacto na pedagogia. Como as novas abordagens pedagógicas surgidas a partir do uso tecnológico estão alterando o processo de ensino-aprendizagem nas salas de aula brasileiras. Especial Tecnologia. Revista Educação Edição 211. Novembro/2014. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/211/o-impacto-na-pedagogiacomo-asnovas-abordagens-pedagogicas-surgidas-a-330334-1.asp SOUSA SANTOS, B. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 13. Ed. São Paulo: Cortez, 2010. SCHLEMMER, E. Gamificação em Espaços de Convivência Híbridos e Multimodais: Design e cognição em discussão http://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/article/view/1029/709 SCHWARTZ, K. O Movimento “Maker” poderá se infiltrar nas Salas de Aula Convencionais?. Disponível em: http://www.labeducacao.com/blog//o- movimento-maker-poder-se-infiltrarnas-salas-de-aula-convencionais. Versão original: http://ww2.kqed.org/mindshift/2014/07/02/can-the-maker-movement-infiltrate-mainstreamclassrooms/ VALENTE, J. Blended learning e as mudanças no ensino superior: a proposta da sala de aula invertida. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/er/nspe4/0101-4358-er-esp-04-00079.pdf

Educação, inovação e desenvolvimento sustentável

Ementa: Aborda a atividade do ser humano na natureza, sua ação antrópica sobre ela e os principais efeitos decorridos dessa ação. Discute os avanços tecnológicos e as implicações para a sociedade e o ambiente. Apresenta os princípios da sustentabilidade e suas relações com o cenário educacional. Estuda as práticas pedagógicas interdisciplinares que contribuam para mudanças de atitude e comportamento para promoção do desenvolvimento sustentável.Leia Mais

Refer�ncias:

HUANG-SAAD, A.; DUVAL-COUETIL, N.; PAR, J., "Technology and talent: capturing the role of universities in regional entrepreneurial ecosystems", Journal of Enterprising Communities: People and Places in the Global Economy, Vol. 12 Issue: 2, 2018, pp.92-116. Disponível em: https://doi.org/10.1108/JEC-08-2017-0070. ANDREWS, D.. The circular economy, design thinking and education for sustainability. Local Economy, Vol. 30(3) 305–31, 2015. AUDY, J. A inovação, o desenvolvimento e o papel da Universidade. Estudos Avançados, v. 31, n. 90, p. 75-87, 1 maio 2017. CAVALCANTI, C. C.; FILATRO, A. Design thinking na educação presencial: a distância e corporativa. São Paulo: Somos educação e Saraiva, 2016. DGE - Direção Geral de Educação, s/d. Educação para a cidadania – linhas orientadoras. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Docs_referencia/educacao _para_cidadania_linhas_orientadoras_nov2013.pdf GIMENEZ, F. A. P. [et al.], Inovação e cooperação: a relação universidade-empresa organizadores. Curitiba: UFPR, 2015. p. 145 – 172. LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAMOSA, Rodrigo A.C. (orgs.) Educação Ambiental no Contexto Escolar: um balanço crítico da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Quartet: CNPq, 2015. MENDONÇA, S. R. Estado Ampliado como ferramenta metodológica. Revista Marx e o Marxismo, v.2, n.2, 2014. MCDONOUGH, W. & Braungart M . Cradle to Cradle: Remaking the Way We Make Things. New York, NY: North Point Press, 2002. OECD. Towards green growth. OECD publishing, 2011. ONU. Transformar o nosso mundo: Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, Nações Unidas, 2015. PASSOS, R. D. F. Gramsci e a teoria crítica das Relações Internacionais. Revista Novos Rumos. v. 50 n. 2. 2013. RAJAK, Dinah. Theatres of Virtue. Collaboration, Consensus, and the Social Life of Corporate Social Responsibility. In: DOLAN, Catherine; RAJAK, Dinah. The Anthropology of Corporate Social Responsibility. Berghahn, New York. p. 29-47. 2016. RUIZ, S. M. A. ; MARTENS, C. D. P. . Universidades empreendedoras: um panorama de seus modelos e características. In: Anais do XX SEMEAD, 2017, São Paulo. p. 1-17. TOZONI-REIS, M.F.C. Educação ambiental: natureza, razão e história. 2ª edição revisada. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. TREIN, E. S. A educação ambiental crítica: crítica de que? Revista Contemporânea de Educação, 2012, v. 7, n. 14, pp. 304-318. UNESCO. United Nations decade of education for sustainable development 2004- 2015 – Draft International Implementation Scheme. New York; Unesco, Brasil, 2005.

Circulação e transformação da informação: processos de linguagem e impactos na Educação

Ementa: Investiga como a atual forma de produção, transformação e circulação da informação resulta das novas tecnologias de informação (TICs) e afetam o ambiente escolar ao modificar o modo como a instituições de ensino organizam seus saberes e atividades nos processos de ensino e aprendizagem. Busca compreender o lugar e o papel das práticas educativas em uma sociedade da informação digitalizada, oferecendo reflexões sobre as novas práticas educativas a partir das transformações da sociedade.Leia Mais

Refer�ncias:

BAUMAN, Z. Modernidade líquida. São Paulo: Zahar, 2001. CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Unesp e Imprensa Oficial do Estado, 1999. DIAS, C. Linguagem e tecnologia: uma relação de sentidos. In. PETRI, V. e DIAS, Cristiane (Orgs.). Análise de discurso em perspectiva: teoria, método e análise. Santa Maria: UFSM, 2013. GUE´DON, J-C. La plane`te cyber: internet et cyberespace. Paris: De´couvertes Gallimard, 1996. LEMOS, A. (Ed.). Cidade digital: portais, inclusão e redes no Brasil. Salvador: Edufba, 2007. LE´VY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. Loyola: São Paulo, 1998. ORLANDI, E. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Rio de Janeiro: Vozes, 1996. PÊCHEUX, M. Análise de discurso e informática. In: ORLANDI, E. (Org.). Análise de discurso: Michel Pe^cheux. Campinas: Pontes, 2011. p. 275-282. PONTE, J. P. da. Tecnologias de informação e comunicação na formação de professores: que desafios? Revista Ibero Americana de Educacio´n, Monogra´fico: TIC en la educacio´n, n. 24, p. 63-90, 2000. PRETTO, N.; ASSIS, A. Cultura digital e educação: redes já. In: PRETTO, N.; SILVEIRA, A. (Org.). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008. ROMA~O, L. M. S. Exposições do Museu da Língua Portuguesa: arquivo e acontecimento e(m)discurso. São Carlos: Pedro e João, 2011. SIBILIA, P. Em busca da aura perdida: espetacularizar a intimidade para ser alguém. In: ANTOUN, H. (Org.). Web 2.0: participac¸a~o e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008. p. 241-260. SILVA, Helena et al. Inclusão digital e educação para a competência informacional: uma questão de ética e cidadania. Ciência da Informação, Brasília, v. 34, n. 1, p.28-36, jan./abr. 2005. Disponível em: revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/viewPDFInterstitial/611/544. Acesso em: 28 de mai. 2019. VAZ, P. Mediação e tecnologia. In: MARTINS, F. M.; SILVA, J. M. da. A genealogia do virtual: comunicação, cultura e tecnologia do imaginário. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 2008. p. 216-238. XAVIER, A. C. Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção do sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.

Formação de professores para inclusão e diversidade

Ementa: Busca desenvolver uma reflexão voltada para educadores sobre a diversidade humana e o pluralismo cultural tanto a partir políticas públicas quanto das práticas sociais e educacionais de inclusão e acolhimento das diferenças, especialmente em espaços escolares. Considerando a escola como espaço de desenvolvimento humano, busca compreender os processos de inclusão em suas tensões e dimensões individual, social e coletiva, transpondo a questão do campo biomédico para o campo educacional, social, político e de direitos.Leia Mais

Refer�ncias:

ALMEIDA, W. D. (Org.). Povos indígenas em cena: das margens ao centro da História. Campo Grande: OMEP/BR, 2016 . ANJOS, H. P. Escolarização para a inclusão: formações imaginárias e acontecimento discursivo. Rev. FAEEBA – Ed. e Contemp., Salvador, v. 26, n. 50 (2017), p. 209-223. Disponível em: http://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/article/view/4272/2669. Acesso em 10 Mai 2020. BRASIL. (1996). Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Recuperado em 23 jun 2009, em http:// www6.senado.gov.br/legislacao/ListaTextoIntegral. action?id=75723 CAVALLARI, J. S. (Orgs.). (Des)construindo verdade(s) no/pelo material didático: discurso, identidade e ensino. Campinas: Pontes, 2016. CAVALLARI, J. S. O equívoco no discurso da inclusão: o funcionamento do conceito de diferença no depoimento de agentes educacionais. Rev. bras. linguist. apl., Belo Horizonte , v. 10, n. 3, p. 667-680, 2010 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984- 63982010000300009&lng=en&nrm=iso. Acesso em 11 Jan 2020. http://dx.doi.org/10.1590/S1984-63982010000300009. COLLI, F., & KUPFER, M. C. (Org.). Travessias: Inclusão escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Trad. Roberto Machado.11. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1997. GIORGENON, D.; ROMAO, Lucília Maria Sousa. O autoritário no discurso pedagógico e a inclusão do heterogêneo. Psicol. rev. (Belo Horizonte), Belo Horizonte , v. 19, n. 2, p. 271-286, 2013 . Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677- 11682013000200009&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 11 jan 2020. http://dx.doi.org/DOI-10.5752/P.1678-9563.2013v19n2p271. KUPFER, M. C. M. A educação terapêutica e a inclusão escolar de crianças psicóticas e autistas. In: Psicanálise implicada: educar e tratar o sujeito [S.l: s.n.], 2016. KUPFER, M. C. M.; PATTO, M. H. S.; VOLTOLINI, R. Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito. [S.l: s.n.], 2017. MANTOAN, M. T. Eglér. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003. MENA, L. F. B. Inclusões e inclusões: A inclusão simbólica. Psicologia: Ciência e Profissão, 20(1), 2000, 30-39. MENDES, E. G. Inclusão, marco zero: começando pelas creches. Araraquara: Junqueira & Marin, 2010. RIBEIRO, E. N.; SIMÕES, J. L.; PAIVA, F. S. Inclusão escolar e barreiras atitudinais: um diálogo sob a perspectiva da sociologia de Pierre Bourdieu. Olhares: Revista do Departamento de Educação da Unifesp, v. 5, n. 2, p. 210-226, 27 nov. 2017. SANCHES, I.; TEODORO, A. Da integração à inclusão escolar: cruzando perspectivas e conceitos. Rev. Lusófona de Educação, Lisboa , n. 8, p. 63-83, jul. 2006 . Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-72502006000200005&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 11 maio 2020. SOUSA SANTOS, B. Para além do pensamento abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes. Revista Crítica de Ciências Sociais, v 78, 3-46, 2004. SKLIAR, C. A inclusão que é "nossa" e a diferença que é do "outro". In: RODRIGUES, D. (Org.) Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006. p.16-34.

Normatização: princípios e regulamentações institucionais

Ementa: Estuda legislação e aspectos normativos das políticas públicas voltadas à formação e à produção de conhecimento com ênfase no seu impacto sobre a gestão, planejamento, execução e desenvolvimento da sociedade. Tem como foco as diretrizes, normas e regulamentações educacionais e afins com vistas à integração de ações e projetos de educação e desenvolvimento tecnológico fundamentados na legislação, no compromisso com a ética e a transparência.Leia Mais

Refer�ncias:

ALBUQUERQUE, J. G. Instituição e poder: a análise concreta das relações de poder nas instituições. Rio de Janeiro: Graal, 1980. BARREYRO, G. B.; HIZUME, G. de C. “Agências de avaliação e acreditação” In: ROTHEN, J. C; SANTANA, A. C. M. (Orgs.) Avaliação da educação: referências para uma primeira conversa. São Carlos: EDUFSCar, 2018a. pp. 67-79. Disponível em: http://www.edufscar.com.br/farol/edufscar/ebook/avaliacao-da-educacao- referencias-para-uma-primeira-conversa-(e-book)/52929/. Acesso em 8 de mai. 2019. BARREYRO, G. B.; LAGORIA, S. L.; HIZUME, G. de C. As Agências Nacionais de Acreditação no Sistema ARCU-SUL: primeiras considerações. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), Sorocaba , v. 20, n. 1, p. 49-72, Mar. 2015. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Portal Planalto. Brasília, DF, de 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/consti BRASIL. Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação das instituições de educação superior e dos cursos superiores de graduação e de pós-graduação no sistema federal de ensino. Disponível: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/D9235.htm BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014a. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Portal planalto. Brasília, DF. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. BRASIL. Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004b. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Portal Planalto. Brasília, DF. Disponível: http://www.planalto.gov.br BRASIL. Lei n.º 10.269, de 29 de agosto de 2001. Dá nova denominação ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP. Portal Planalto. Brasília, DF. BRASIL. Lei n.º 9448, de 14 de março de 1997. Transforma o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP em Autarquia Federal, e dá outras providências. Portal Planalto. Brasília, DF. BRASIL. Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado (PDRAE). Brasília, DF, 1995b. Disponível em: http://www.bresserpereira.org.br> BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9394.htm. BRASIL. Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Portal Planalto. Brasília, DF. http://www.planalto.gov.br. LIMA, L. L. L. D'ASCENZI, L. Implementação de políticas públicas: perspectivas analíticas. Revista de sociologia e política V. 21, Nº 48: 101-110 dez. 2013. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/rsocp/v21n48/a06v21n48.pdf GIUSSANI, L. O eu, o poder e as obras. São Paulo: Cidade Nova, 2001. Políticas Públicas: conceitos e práticas / supervisão por Brenner Lopes e Jefferson Ney Amaral; coordenação de Ricardo Wahrendorff Caldas – Belo Horizonte: Sebrae/MG, 2008. Disponível em: http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/E0008A0F54CD3D43832575A80057019E/$File/NT00040D52.pdf. Acesso em 9 Jan 2020. HIZUME, G. de C.; BARREYRO, G. B. A Rede de Agências Nacionais de Acreditação e a gestão do Sistema Arcu-Sul. Cadernos Cenpec, v. 7, p. 1-25, 2018. NOGUEIRA, L. e DIAS, J. P. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Sentidos em disputa na lógica das competências. In: Revista Investigações, vol. 31, N. 2, Dezembro, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/INV/article/view/238170 POLIDORI, M. M. P.; CARVALHO, N. O. Acreditação de instituições de educação superior: uma necessidade ou uma normatização. Avaliação, Campinas; Sorocaba, SP, v. 21, n. 3, p. 821-836, nov. 2016. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/aval/v21n3/1982-5765-aval-21-03-00821.pdf SAWAYA, A. L. Políticas públicas: pontos de método e experiências. Estud. av. vol.20 no.56 São Paulo Jan./Apr. 2006. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142006000100010 OLIVEIRA, C.; GANZELI, P. Relações intergovernamentais na educação: fundos, convênios, consórcios públicos e arranjos de desenvolvimento da educação. Educação &Sociedade, vol. 34, set-dez, 2013. p. 1031-1047. WOLFF, F. Nossa Humanidade: De Aristóteles às neurociências. Trad. Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Editora Unesp, 2012.

Políticas públicas e Educação

Ementa: Discute as práticas de educação nas diferentes políticas públicas. Estuda os processos de construção de conhecimento que visam a apropriação da população do conteúdo previsto nas políticas públicas. Aborda as estratégias políticas pedagógicas para propor ações transformadoras na esfera individual e coletiva. Trata sobre as diferentes linguagens e materiais informativos na produção, sistematização e distribuição do conhecimento.Leia Mais

Refer�ncias:

BALL, S. J.; MAINARDES. Políticas Educacionais. São Paulo: Cortez, 2011. CÓSSIO, M. de F. A nova gestão pública: alguns impactos nas políticas educacionais e na formação de professores. Educação (Porto Alegre), v. 41, n. 1, p. 66-73, jan.- abr. 2018. DALE, R. Globalisation, knowledge economy and comparative education. Comparative Education, v. 41, n. 2, p. 117-149, 2005. DIÓGENES, E. M. N. Análise das bases epistemológicas do campo teórico da política educacional. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 9, n. 2, p. 333-353, jul/dez. 2014. DOSSIÊ - Nueva Gestión Pública Y Educación: Elementos teóricos y conceptuales para el estudo de umn modelo de reforma educativa global. Revista de Ciências da Educação. V. 36; jul./set. 2015. DOSSIÊ - A Nova Gestão Pública no Contexto Escolar: internacionalização de uma agenda para a educação do século XXI. Revista brasileira de política e administração da educação. V. 33; n. 3. P. 499; set./dez 2017. DOSSIÊ - Educação e Sociedade: Revista de Ciências da Educação. Vol. 34, jul-set. 2013: Desafios à educação brasileira: PNE, Responsabilização, colaboração e Sistema Nacional de Educação. FURLETTI, S. Avanços e desafios do PNE 2014-2024: um recorte exploratório das metas DAS de acesso e universalização do ensino e os desdobramentos no PEE/MG. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas-izabela/index.php/fdc/article/view/1311 GATTI, B. A.; BARRETO, E. S. de S.; ANDRÉ, M. E. D. A.; ALMEIDA, P. C. A. Professores do Brasil: novos cenários de formação – Brasília: UNESCO, 2019. HEIDMANN, F. G.; SALM, J. F. (Orgs.). Políticas públicas e desenvolvimento: bases epistemológicas e base de análise. 2. Ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010. LAGE, A.; SANTOS, É. Escritos sobre a educação a partir de uma perspectiva latino-americana. Editora Cia. do EBook, 2017. LIBÂNEO, J. C. Políticas educacionais no Brasil: desfiguramento da escola e do conhecimento escolar. Disponível em: Cadernos de Pesquisa v.46 n.159 p.38-62 jan./mar. 2016. MARTINS, Â. M.; CALDERÓN, A. I.; GANZELI, P. (orgs.) Políticas e Gestão da Educação: desafios em tempos de mudanças. Campinas/Sp: Autores Associados, 2013. OLIVEIRA, A. O.; DUARTE, A. W. B.; CLEMENTINO, A. M. A nova gestão pública no contexto escolar e os dilemas dos(as) diretores(as). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/rbpae/article/view/79303. OLIVEIRA, D. A.; ROSAR, M. de F. F. (Org.). Política e gestão da educação. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. PERI, R. Retratos da educação no Brasil. Insper instituto de ensino e pesquisa. Disponível em: https://www.insper.edu.br/wp-content/uploads/2018/10/Retratos-Educacao-Brasil.pdf SOUZA, Â. R. A teoria da agenda globalmente estruturada para a educação e sua apropriação pela pesquisa em políticas educacionais. RBPAE – V. 32, N. 2, P. 463-485 MAI/AGO. 2016. TOMASI, L. de; WARDE, M. J.; HADDAD, S. O Banco mundial e as políticas educacionais. 6. Ed. São Paulo: Cortez, 2009.

Gestão e Educação: planejamento, avaliação e políticas

Ementa: Discute as políticas educativas sob o enfoque da gestão da educação, considerando o planejamento, a organização, a regulação, a avaliação e os processos educativos em todos os níveis de ensino. Analisa os processos educacionais e suas interfaces com o desenvolvimento social, político e econômico na contemporaneidade. Aborda fundamentos e processos da nova gestão pública (NGP), implantada pós LDB Nº 9394/1996, na educação e suas concepções subjacentes às práticas educativas, refletindo sobre seus impactos nas políticas educacionais, na formação, na carreira docente e na melhoria da qualidade da educação.Leia Mais

Refer�ncias:

BAUER, A.; GATTI, B. A. (org.). Ciclo de Debates: vinte e cinco anos de avaliação de sistemas educacionais no Brasil - Implicações nas redes de ensino, no currículo e na formação de professores. Florianópolis: Insular, 2013. vol. 1 e vol. 2. Disponíveis em: http://www.fcc.org.br/fcc/publicacoes/e-books BALL, S. J. Educação Global S.A.: novas redes políticas e o imaginário neoliberal. Tradução de Janete Bridon. Ponta Grossa: UEPG, 2014. OLIVEIRA, R. T. C. As mudanças nas formas de gestão escolar no contexto da nova gestão pública no Brasil e em Portugal. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, v. 35, n. 74, p. 213-232, mar./abr. 2019. OLIVEIRA, D. A. Nova gestão pública e governos Democrático-populares: Contradições entre a busca da eficiência e a ampliação do direito à educação. Educ. Soc., Campinas, v. 36, nº. 132, p. 625-646, jul.-set., 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/es/v36n132/1678-4626-es-36-132-00625.pdf Acesso em 15 Fev 2020. CÓSSIO, M. F. A nova gestão pública: alguns impactos nas políticas educacionais e na formação de professores. Disponível em: Educação (Porto Alegre), v. 41, n. 1, p. 66-73, jan.-abr. 2018. BALDWIN, R.; CAVE, M.; LODGE, M. Understanding regulation: theory, strategy and practice. Oxford: Oxford University Press, 2012. BARROSO, J. A investigação sobre a regulação das políticas públicas de educação em Portugal. In: BARROSO, J. (org.). A regulação das políticas públicas de educação: espaços, dinâmicas e atores. Lisboa: Educa,2006. p. 9-39. BRASIL. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 15 abr. 2004. CHIZZOTTI, A.; CASALI, A. O paradigma curricular europeu das competências. Cadernos de História da Educação, v. 11, n. 1, jan./jun. 2012. DIAS, E. Editorial. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v. 25, n. 94, p. 1-6, jan./mar. 2017. Dossiê – MANCEBO, Deise; ASSIS, Lúcia Maria; LIMA, Daniela da Costa Pereira. Expansão da educação superior: balanço, perspectivas e desafios. RBPAE - v. 32, n. 3, p. 639-935 set/dez. 2016. FREITAS, L. C. et al. Avaliação e políticas públicas educacionais: ensaios contrarregulatórios em debate. Campinas: Leitura Crítica, 2012, v.1. p. 281. GOMES, Suzana dos Santos; MELO, Savana Diniz. Políticas de Avaliação e Gestão Educacional: articulações, interfaces e tensões. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 43, n. 4, p. 1199-1216, out./dez. 2018. LIMA, L. C. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2011. LIMA, L. C.; AZEVEDO, M. N. de; CATANI, A. M. O processo de Bolonha, a avaliação da educação superior e algumas considerações sobre a Universidade Nova. Avaliação (Campinas), Sorocaba, v. 13, n. 1, p. 7-36, mar. 2008. SGUISSARDI, V. Regulação estatal e desafios da expansão mercantil da educação superior. Educação & Sociedade, Campinas, v. 34, n. 124, p. 943-960, set. 2013. SORDI, M. R. L.; Ludke M. Da avaliação da aprendizagem à avaliação institucional: aprendizagens necessárias. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas). vol. 14 no. 2, 2009. SORDI, M. R.L.; SOUZA, E. S. A Avaliação como Instância Mediadora da Qualidade da Escola Pública: a Rede Municipal de Educação de Campinas como espaço de aprendizagem. Campinas: Millennium Editora, 2009.

Estado, Sociedade e Cultura na contemporaneidade

Ementa: Aborda a sociedade contemporânea como contexto das práticas sociais, dando ênfase aos temas relacionados aos aparelhos e dispositivos do Estado, à organização política, econômica e social, bem como às identidades culturais. Aborda e busca compreender conceitos tais como globalização, qualidade, flexibilidade, produtividade, empreendedorismo, mercado, competitividade, dentre outros, que circulam em nossa sociedade contemporânea e que afetam as relações e os modos de produzir conhecimento.Leia Mais

Refer�ncias:

ALTHUSSER, L. Sobre a Reprodução. 2ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. CASTELLS, M. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Vol. 1, 7ª edição. S. Paulo: Paz e Terra, 1999. CASTELLS, M. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2003. DARDOT, C. LAVAL, C. A nova razão do mundo – ensaio sobre a sociedade neoliberal.São Paulo: Boitempo, 2016. GUIMARÃES, E. (Org.). Produção e Circulação do Conhecimento. Estado, Mídia, Sociedade. Campinas: Pontes/CNPQ, 2001b. HARVEY, D. Condição Pós-Moderna. Uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Edições Loyola, 18ª ed., 2009. HARVEY, D. 17 Contradições e o Fim do Capitalismo. São Paulo: Boitempo, 2016. MARIANI, B. S. C.; DIAS, J. P.; BRANCO, L. K. A. C.; (orgs.). Do brasileiro hoje: linguagem, sociedade e suas manifestações. 1. ed. Niterói-RJ: Eduff - Editora da Universidade Federal Fluminense, 2019. v. 1. 244p MBEMBE, A. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. São Paulo: n-1 edições, 3ª reimpressão, 2019. MIGNOLO, W. D. Histórias locais/ projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Trad. Solange Oliveira. Belo Horizonte: UFMG, 2003. ORLANDI, E. P. Língua e Nação: uma questão e seu quadro de referência teórico. In: Línguas e Instrumentos Linguísticos, v. 23/24. Disponível em: http://www. revistalinguas.com, 2010. ORLANDI, E. P.; MASSMANN, D. R. H.; DOMINGUES, A. S.; (orgs.). Linguagem, Instituições e Práticas sociais. Coleção Linguagem e Sociedade. Pouso Alegre: Univás. 2018. PRAUN, L. O Paradoxo da Cidadania. In: Revista Múltiplas Leituras, v.2, n.2, p. 61-69, jul. /dez. 2009. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistasims/index.php/ML/article/viewFile/1267/1282 ROBERTSON, R. Globalização: Teoria Social e Cultura Global. Petrópolis, Editora Vozes, 2000. WILLIANS, R. Cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

Direitos humanos e Educação

Ementa: Estuda a relação entre educação, direitos humanos e formação para a cidadania com foco no desenvolvimento social e fortalecimento da democracia. Aborda a história e o processo da constituição da cidadania no Brasil e na América Latina considerando as relações com a Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1948, os organismos e mecanismos internacionais de direitos humanos; O Plano Mundial de Educação em Direitos Humanos; O Plano Latino- Americano de Educação em Direitos Humanos; Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente, dentre outros.Leia Mais

Refer�ncias:

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016. BAUMAN, Z. Vida líquida. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. BRASIL. Planejando a próxima década: conhecendo as 20 metas do Plano Nacional de Educação. 2014. Disponível em http://pne.mec.gov. br/images/pdf/pne_conhecendo_20_metas.pdf. CHARLOT, B. A mistificação pedagógica: realidades sociais e processos ideológicos na teoria da educação. São Paulo: Cortez, 2013. DELORS, J. Um tesouro a descobrir: relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. Brasília: UNESCO, 2010. GOERGEN, P. A educação como direito de cidadania e responsabilidade do Estado. Educação e Sociedade, Campinas, v.34, n.124, jul./set. 2013. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/es/ v34n124/05.pdf. LÜCK, H. Gestão do processo de aprendizagem pelo professor. Petrópolis/ RJ: Vozes, 2014. MIRA, A. P. de. FOSSATTI, P. JUNG, H. S. A concepção de educação humanista: interfaces entre a UNESCO e o Plano Nacional de Educação. Acta Scientiarum. Education. nº 41, 1, 2019. ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Rio de Janeiro, 2009. Disponível em: http://www.onu.org.br/img/2014/09/DUDH.pdf. ORLANDI, E. Educação em Direitos Humanos: um discurso. In: SILVEIRA, R. M. G., et al. (orgs.). Educação em Direitos Humanos: Fundamentos Teórico Metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007. p. 295-311. TEIXEIRA, B. de B.. Escolas para os direitos humanos e a democracia. In: SCHILLING, Flávia (org). Direitos Humanos e Educação: outras palavras, outras práticas. 2. ed. São Paulo: Cortez. 2011. UNESCO. Declaração de Incheon – Educação 2030. Incheon, Coreia do Sul, 19 e 22 de maio de 2015. Disponível em: http://www.UNESCO.org/ new/pt/brasilia/about- this- office/singleview/news/education_2030_incheon_declaration_and_and_framewo rk_for_ac. UNESCO. Repensar a Educação: rumo a um bem comum mundial? Brasília: UNESCO, 2016. Disponível em http://unesdoc.UNESCO.org/ images/0024/002446/244670POR.pdf. UNESCO. Educação em direitos humanos. Disponível em http://www. UNESCO.org/new/pt/brasilia/social-and-human-sciences/humanrights/. Acesso em 13 mai 2017. VIOLA, S. E. A. Direitos Humanos. In: STRECK, Danilo et al. Dicionário Paulo Freire, Belo Horizonte: Autêntica, 2010. ORLANDI, E. Educação em Direitos Humanos: um discurso. In: Silveira, R. M. G., et al. (Orgs.). Educação em Direitos Humanos: Fundamentos Teórico Metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007. p. 295-311. PFEIFFER, C. C. Políticas Públicas de Ensino. In: ORLANDI, E. (Org.). Discurso e políticas públicas urbanas: a fabricação do consenso. Campinas: Editora RG, 2010. p. 85-100.

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